Perca de peso pode trazer benefícios para sua vida!

29 de dezembro de 2016

Na geral, o máximo de dificuldade que possuímos não é em perder peso, mas em conservar a maneira física alcançada.

Pois um serviço do Memorável Hospital of Rhode Island, nos Estados Unidos, indica que oscilações acentuadas no peso são capazes de prejudicar significativamente a saúde cardiovascular das mulheres.

No serviço, 158 063 pessoas na pós-menopausa estão acompanhadas por 11 anos em média. As cientistas, então, dividiram-nas em quatro categorias: a que constantemente se mantiveram magras, a que acumularam quilos de pouca em pouco, a que enxugaram a cintura e seguiram assim e, por último, a que sofriam junto o famoso resultado sanfona. Ao pensar o número e o razão das mortes em qualquer turma, surpreendeu o feito de que as mulheres com variações constantes na maneira física exibiram um perigo 3,5 vezes mais alto de morrer por paralisação cardíaca em paralelo com os integrantes que permaneceram magras ao longo do estudo.

Porém, essa informação só vale para os indivíduos magros que, por algum razão, começaram o ter o efeito ioiô ao longo da experimento. Entre as obesas, eventuais flutuações, inclusive até quando acentuadas, não foram associadas o um risco adicional de morrer de uma complicação no coração. Mas calma: em paralelo com a frequentemente magras, a mais cheinhas possuíam, sim, uma probabilidade maior de falecer em decorrência de encrencas no peito. Isso significa que a gordura de sobra perene similarmente traz prejuízos, como vários outros estudos reforçam.

Embora com a listagem contar com um amplo número de voluntárias, seus autores destacam que ele jamais estabelece uma relação de causalidade — ou seja, não dá para saber de fato se foi o resultado sanfona que aumentou a quantidade de mortes por paralisação cardíaca. Outro limite reside no caso de que apenas foram avaliadas integrantes na pós-menopausa. Sim isto é que é errado estender os achados as mulheres mais jovens ou homens em geral. Ainda assim, convém batalhar contra esse vaivém da forma física, uma vez que mais experimentos sugerem que ele promove certo estado inflamatório capaz de romper diversas enfermidades.

“Essas oscilações são um receio total emergente ligada às tentativas de emagrecimento”, afirmou Somwail Rasla, um dos expert que assina o artigo, em um telegrama à imprensa.

Em outras palavras, é preciso acreditar que ajustes no cotidiano que visam buscar melhor saúde — e, consequentemente, redução de peso — não precisam ser encarados como um processamento com início, meio e término. O perfeito é buscar uns hábitos de vida equilibrado na decorrer da vida inteira (o que não significa o extermínio de sobremesas e demais prazeres), ao invés tentar buscar uma saída mágica com dietas radicais.

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